Faz tempo que não aparece uma sacanagem aqui, né?
Também... É tanta notícia deprimente, de pai que tem seis filhos com a filha, de Fenômeno saindo com traveco, Isabella jogada da janella, a pessoa fica até broxada com tanta notícia bôua!
Mas, faz umas semanas, eu soube que uma filha de 17 anos matou a mãe a facadas porque ela não quis deixá-la ir ao show do Calypso...
Brutalidade? Frieza? Sangue-ruim?
Neca. Sacanagem da mãe não deixar ela ir ver a Xoelma! E tem mais! O nome da menina é Ferla (isso mesmo). F - E - R - L - A!
Depois perguntam o porquê de ela ter matado a mãe...
u.u
...Once Upon A Time...
Seriedade, banalidade e um poquinho de sacanagem! ;)
Sexta-feira, 2 de Maio de 2008
Hoje o meu pai estava sentado de frente para mim e para a minha mãe, de costas para a cozinha, quando disse: "Está um fedor de queimado, né? Sei lá... Pano queimado...". E a minha mãe respondeu que sim com a cabeça e fez uma cara de "de onde será esse cheiro?". De repente, ela olhou para as costas do meu pai, onde estava a cozinha, e gritou: "Ó o fogo ali!".
Meu pai quase coloca as tripas para fora e, quando viu que era mentira, deu uns três tapas na perna dela e subiu irritado para o quarto.
Diante disso, eu pensei, pensei, refleti, refleti...
Depois ninguém sabe como surgem as manchetes "marido mata esposa a facadas", ou "esposa é esquartejada pelo marido".
Vai saber!
Meu pai quase coloca as tripas para fora e, quando viu que era mentira, deu uns três tapas na perna dela e subiu irritado para o quarto.
Diante disso, eu pensei, pensei, refleti, refleti...
Depois ninguém sabe como surgem as manchetes "marido mata esposa a facadas", ou "esposa é esquartejada pelo marido".
Vai saber!
Sexta-feira, 11 de Abril de 2008
Goodbye My Lover.
Eu passo o dia bem, eu sou feliz
Mas quando eu deito eu não consigo dormir
É o inferno que eu estou vivendo por dentro
Onde eu tenho que esconder tudo
Esconder até que a minha única vontade
É de dormir, dormir, dormir para sempre
Quando eu durmo, eu sonho contigo
Com as suas palavras frias, agressivas
Quando eu não consigo dormir, eu penso
Penso que eu preciso te dizer... Adeus.
Eu estou deixando isso para trás
Mas eu realmente nunca quis te esquecer
Eu viverei minha vida sozinha, sem você
Mas eu não posso partir sem que você saiba
Que eu não estou fingindo, não estou mentindo
A minha vida depende disso agora
Eu só preciso que você acredite em mim.
Eu passo o dia bem, eu sou infeliz
Eu estou sorrindo quando quero morrer
É o inferno que eu estou vivendo por dentro
Onde eu tenho que esconder tudo
Esconder até que a minha única vontade
É de dormir, dormir, dormir para sempre
E eu então eu lembro
Eu lembro... Eu sei que eu lembro...
Ainda existe alguém que me espera
Penso que eu preciso estar com ele... Agora.
Eu estou deixando isso para trás
Mas eu realmente nunca quis te esquecer
Eu viverei minha vida sozinha, sem você
Mas eu não posso partir sem que você saiba
Que eu não estou fingindo, não estou mentindo
A minha vida depende disso agora
Eu só preciso que você acredite em mim.
Eu vou deixar isso no passado
Mas eu realmente nunca quis te esquecer
Eu viverei com outras vidas, sem você
Mas eu não vou te tirar do passado
Eu não estou fingindo, não estou mentindo
A minha vida precisa seguir agora
Eu só preciso que você me mate.
Eu vou deixar isso no passado...
Mas eu não vou te tirar do passado...
As nossas boas lembranças sempre poderão entrar pela porta.
Mas quando eu deito eu não consigo dormir
É o inferno que eu estou vivendo por dentro
Onde eu tenho que esconder tudo
Esconder até que a minha única vontade
É de dormir, dormir, dormir para sempre
Quando eu durmo, eu sonho contigo
Com as suas palavras frias, agressivas
Quando eu não consigo dormir, eu penso
Penso que eu preciso te dizer... Adeus.
Eu estou deixando isso para trás
Mas eu realmente nunca quis te esquecer
Eu viverei minha vida sozinha, sem você
Mas eu não posso partir sem que você saiba
Que eu não estou fingindo, não estou mentindo
A minha vida depende disso agora
Eu só preciso que você acredite em mim.
Eu passo o dia bem, eu sou infeliz
Eu estou sorrindo quando quero morrer
É o inferno que eu estou vivendo por dentro
Onde eu tenho que esconder tudo
Esconder até que a minha única vontade
É de dormir, dormir, dormir para sempre
E eu então eu lembro
Eu lembro... Eu sei que eu lembro...
Ainda existe alguém que me espera
Penso que eu preciso estar com ele... Agora.
Eu estou deixando isso para trás
Mas eu realmente nunca quis te esquecer
Eu viverei minha vida sozinha, sem você
Mas eu não posso partir sem que você saiba
Que eu não estou fingindo, não estou mentindo
A minha vida depende disso agora
Eu só preciso que você acredite em mim.
Eu vou deixar isso no passado
Mas eu realmente nunca quis te esquecer
Eu viverei com outras vidas, sem você
Mas eu não vou te tirar do passado
Eu não estou fingindo, não estou mentindo
A minha vida precisa seguir agora
Eu só preciso que você me mate.
Eu vou deixar isso no passado...
Mas eu não vou te tirar do passado...
As nossas boas lembranças sempre poderão entrar pela porta.
Quinta-feira, 10 de Abril de 2008
NBM loves MBM
Como eu pude viver sem isso? Deitar na cama e não imaginar como será, andar na rua e não imaginar como será, chegar em casa e não dividir o que há.
Eu te amo como eu não pensei que fosse amar e sei que tudo dará certo. Tudo.
Eu te amo do jeito que você é. Eu te amo porque você é, para mim, perfeito.
E eu adoro quando você me diz: "Eu te amo muito... bui*". Talvez eu seja sentimentalista demais até. Talvez eu esteja sendo boba... Mas tudo que eu sei é que eu quero você para o resto da minha vida. Para sempre, mesmo que eu tenha que inventar isso.
E a nossa bunda é a nossa bunda.
/)
Amo.
"And so I'm living in the path I've never seen before. And the path is beside you."
Eu te amo como eu não pensei que fosse amar e sei que tudo dará certo. Tudo.
Eu te amo do jeito que você é. Eu te amo porque você é, para mim, perfeito.
E eu adoro quando você me diz: "Eu te amo muito... bui*". Talvez eu seja sentimentalista demais até. Talvez eu esteja sendo boba... Mas tudo que eu sei é que eu quero você para o resto da minha vida. Para sempre, mesmo que eu tenha que inventar isso.
E a nossa bunda é a nossa bunda.
/)
Amo.
"And so I'm living in the path I've never seen before. And the path is beside you."
Sexta-feira, 8 de Fevereiro de 2008
E a vida vai passando...
Você olha pro céu, vê algumas estrelas dançando, uma Lua brilhando com a ajuda de uma outra estrelinha... E se pergunta: o que eu fiz até hoje?
Se a resposta for nada, parabéns. Você não fez nada por você mesma até hoje. Foi isso que aconteceu comigo. Vivo embrulhada em papéis que rasgam facilmente, grudadas com rótulos que me colam, mesmo sem eu querer. Os lacinhos de presente que colocam em mim caem rapidamente, em função do meu cabelo lisérrimo.
O problema é que, quando tudo isso vai embora, eu fico sozinha. O presente só, sem embrulho, sem lacinho, sem brilho, sem vida, completamente nu. E o que eu sou nua? Nada.
Será que muita gente vivie em uma capa fantasmagórica também? Na minha capa, eu posso ser o que eu quiser. E isso é tããããão bom...
*_*
Foi assim que eu vivi esse tempo todo empurrando a vida com a barriga, que só faz crescer. A vida e a barriga.
Hehehehee...
Até que, olhando pro celular sem ligações, sem mensagens, sem crédito (XD), eu tomei uma decisão. A partir de hoje, eu, somente eu, interferirei na minha vida. Não é justo que pessoas venham de longe, me olhem e ditem o que eu tenho que sentir. Aí, me usam até não poder mais e joagm fora. Quando eu sou jogaada fora, eu fico no lixo. E não foi preciso sair desse lixo pra saber o que eu posso fazer com ele. Eu continuo aqui, porém reciclando meus desejos, refazendo minhas idéias e conservando alguns dos meus princípios básicos. E aprendi que não se deve amar mais do que podemos...
Se a resposta for nada, parabéns. Você não fez nada por você mesma até hoje. Foi isso que aconteceu comigo. Vivo embrulhada em papéis que rasgam facilmente, grudadas com rótulos que me colam, mesmo sem eu querer. Os lacinhos de presente que colocam em mim caem rapidamente, em função do meu cabelo lisérrimo.
O problema é que, quando tudo isso vai embora, eu fico sozinha. O presente só, sem embrulho, sem lacinho, sem brilho, sem vida, completamente nu. E o que eu sou nua? Nada.
Será que muita gente vivie em uma capa fantasmagórica também? Na minha capa, eu posso ser o que eu quiser. E isso é tããããão bom...
*_*
Foi assim que eu vivi esse tempo todo empurrando a vida com a barriga, que só faz crescer. A vida e a barriga.
Hehehehee...
Até que, olhando pro celular sem ligações, sem mensagens, sem crédito (XD), eu tomei uma decisão. A partir de hoje, eu, somente eu, interferirei na minha vida. Não é justo que pessoas venham de longe, me olhem e ditem o que eu tenho que sentir. Aí, me usam até não poder mais e joagm fora. Quando eu sou jogaada fora, eu fico no lixo. E não foi preciso sair desse lixo pra saber o que eu posso fazer com ele. Eu continuo aqui, porém reciclando meus desejos, refazendo minhas idéias e conservando alguns dos meus princípios básicos. E aprendi que não se deve amar mais do que podemos...
Quinta-feira, 18 de Outubro de 2007
Eu estou precisando de música. Eu estou precisando de vida nova, já que não tenho mais aquela velhinha de sempre.
As nossas escolhas refletirão o futuro. Cabe a nós escolhermos, tentando ver o que virá. O meu foi refletido e eu consigo enxergar o que antes eu não via.
Eu só preciso, agora, de notas musicais soando tristes em meu ouvido e de alguns poucos amigos pra me dizer que eu não estou sozinha. Fora isso, estou bem.
As nossas escolhas refletirão o futuro. Cabe a nós escolhermos, tentando ver o que virá. O meu foi refletido e eu consigo enxergar o que antes eu não via.
Eu só preciso, agora, de notas musicais soando tristes em meu ouvido e de alguns poucos amigos pra me dizer que eu não estou sozinha. Fora isso, estou bem.
Sábado, 25 de Agosto de 2007
Ele subia, cansado, a ladeira que o levaria a sua casa, esperando não ter novamente a surpresa de esbarrar num poste. Meninas brincavam de corda e aquilo o fascinara: ainda que ele já tivesse visto outras meninas brincando do mesmo, nunca vira criaturas tão doces e belas saltando por uma corda débil. Uma delas parou de pular, fixando o seu olhar nele, deixando-o atônito e maravilhado.
Ele não sabia o que fazer, quando, simplesmente, a garota se aproximou dele, afagou os seus cabelos macios, porém úmidos pela neblina, encostou no seu ouvido e, lentamente, sussurrou:
- Sua filha corre perigo de vida. Se eu fosse você, não ficaria aqui nem mais um minuto.
O sorriso formado pela beleza da menina se desfez em questão de segundos. Ele não soube o motivo, mas só sentiu vontade de sair desesperado e correr para a sua casa; e o fez. A ladeira tortuosa que ele subia sem vontade já não era empecilho, ele já não estava tão cansado assim; estava desesperado.
A porta de madeira envernizada não o deteve em sua busca, os palpites do seu coração poderiam ser ouvidos a quilômetros, sua respiração ofegante denunciava o seu desespero. Avistara um cachecol branco que não era das suas filhas. Pensou que elas pudessem estar acompanhadas e correu para o quarto:
- Filha! Quem está aqui? Onde está a sua irmã? Onde está a sua irmã?
A filha mais nova respondeu apontando para o guarda-roupas, imóvel na sua posição de sempre, indicando que brincavam de esconde-esconde. O pai, urrando, escancarou a porta, que estava trancada, com verocidade, como um urso que busca, faminto, por comida. E lá estava ela, a Sophia, sua filha mais velha, sete anos, olhando assustada para ele, achando-o um pouco estúpido para o que ele geralmente era.
Ele a pegou no colo, carregou-a, beijou-a, sentiu o perfume da sua pele macia, sussurrou em seu ouvido que a amava... A Sophia era asmática: qualquer momento sem respirar poderia levá-la a morte.
A mãe chegou apressada, ouvira os gritos da cozinha...
- Mas, o que houve aqui? Sophia?
E ela nem precisou ver o rosto da sua filha para saber o que estava acontecendo... Tomou a filha nos braços e chorou até desmaiar...
Todos voltavam abalados do enterro da pequena Sophia, morta asfixiada por uma brincadeira de criança. Era inacreditável que uma vida tão saudável e jovem pudesse ter se acabado em segundos. Tristeza e lágrimas não eram o suficiente para amenizar a imensa e sufocante dor que eles sentiam.
- Ela manda dizer que descans em paz. Ela mandou dizer que ama vocês.
Era a criança que avisara ao pai sobre a tragédia, estava com a mesma expressão suave e encantadora de sempre. O pai desejou saber mais, desejou entender como aquela menina sabia do que acontecia em sua casa, mas era só uma criança inocente e... Estava usando o mesmo cachecol branco que ele vira em sua casa... Ele não entendeu absolutamente nada, mas decidiu não pensar mais. Seguiu o seu caminho melancólico de volta pra casa...
Crianças brincavam de roda, lindas e despreocupadas... Ouvia-se o doce canto de meninas inocentes que não sabiam o quão árdua era a vida. Então, uma menina, vestindo um cachecol branco, aproximou-se das outras crianças, escolhendo uma só. Fez a proposta de irem até a casa da garota, porque ela precisava de água.
A casa estava vazia, ressonante e vazia. A menina, a moradora da casa, era extremamente alérgica e tinha crises por falta de ar quando entrava em contato com poeira. A menina do cachecol branco afagou suavemente os cabelos negros e espessos da amiga, olhou em direção ao porão e disse, guiando-a:
- Vamos brincar de esconde-esconde lá embaixo?
Ele não sabia o que fazer, quando, simplesmente, a garota se aproximou dele, afagou os seus cabelos macios, porém úmidos pela neblina, encostou no seu ouvido e, lentamente, sussurrou:
- Sua filha corre perigo de vida. Se eu fosse você, não ficaria aqui nem mais um minuto.
O sorriso formado pela beleza da menina se desfez em questão de segundos. Ele não soube o motivo, mas só sentiu vontade de sair desesperado e correr para a sua casa; e o fez. A ladeira tortuosa que ele subia sem vontade já não era empecilho, ele já não estava tão cansado assim; estava desesperado.
A porta de madeira envernizada não o deteve em sua busca, os palpites do seu coração poderiam ser ouvidos a quilômetros, sua respiração ofegante denunciava o seu desespero. Avistara um cachecol branco que não era das suas filhas. Pensou que elas pudessem estar acompanhadas e correu para o quarto:
- Filha! Quem está aqui? Onde está a sua irmã? Onde está a sua irmã?
A filha mais nova respondeu apontando para o guarda-roupas, imóvel na sua posição de sempre, indicando que brincavam de esconde-esconde. O pai, urrando, escancarou a porta, que estava trancada, com verocidade, como um urso que busca, faminto, por comida. E lá estava ela, a Sophia, sua filha mais velha, sete anos, olhando assustada para ele, achando-o um pouco estúpido para o que ele geralmente era.
Ele a pegou no colo, carregou-a, beijou-a, sentiu o perfume da sua pele macia, sussurrou em seu ouvido que a amava... A Sophia era asmática: qualquer momento sem respirar poderia levá-la a morte.
A mãe chegou apressada, ouvira os gritos da cozinha...
- Mas, o que houve aqui? Sophia?
E ela nem precisou ver o rosto da sua filha para saber o que estava acontecendo... Tomou a filha nos braços e chorou até desmaiar...
Todos voltavam abalados do enterro da pequena Sophia, morta asfixiada por uma brincadeira de criança. Era inacreditável que uma vida tão saudável e jovem pudesse ter se acabado em segundos. Tristeza e lágrimas não eram o suficiente para amenizar a imensa e sufocante dor que eles sentiam.
- Ela manda dizer que descans em paz. Ela mandou dizer que ama vocês.
Era a criança que avisara ao pai sobre a tragédia, estava com a mesma expressão suave e encantadora de sempre. O pai desejou saber mais, desejou entender como aquela menina sabia do que acontecia em sua casa, mas era só uma criança inocente e... Estava usando o mesmo cachecol branco que ele vira em sua casa... Ele não entendeu absolutamente nada, mas decidiu não pensar mais. Seguiu o seu caminho melancólico de volta pra casa...
Crianças brincavam de roda, lindas e despreocupadas... Ouvia-se o doce canto de meninas inocentes que não sabiam o quão árdua era a vida. Então, uma menina, vestindo um cachecol branco, aproximou-se das outras crianças, escolhendo uma só. Fez a proposta de irem até a casa da garota, porque ela precisava de água.
A casa estava vazia, ressonante e vazia. A menina, a moradora da casa, era extremamente alérgica e tinha crises por falta de ar quando entrava em contato com poeira. A menina do cachecol branco afagou suavemente os cabelos negros e espessos da amiga, olhou em direção ao porão e disse, guiando-a:
Assinar:
Postagens (Atom)

